Brasil acumula abertura de 767 mil novos postos de trabalho ...
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O Sebrae lançou a primeira edição do Prêmio Sebrae de Economia dos Pequenos Negócios, iniciativa que busca incentivar a produção acadêmica e reconhecer artigos científicos inéditos sobre o segmento. A premiação contempla seis eixos temáticos e vai distribuir R$ 30 mil em valores líquidos entre três trabalhos vencedores.
As inscrições ficam abertas de 1º de julho a 30 de setembro de 2026, pelo site oficial do prêmio. Depois do encerramento do prazo, os artigos passam por uma triagem técnica e, em seguida, por uma comissão julgadora formada por mestres e doutores especialistas em Economia e áreas correlatas. O resultado sai na primeira quinzena de dezembro, com a cerimônia de premiação no mesmo mês, durante o Encontro Nacional de Economia da Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC), em Foz do Iguaçu (PR).
Os trabalhos inscritos precisam se enquadrar em um dos seis eixos temáticos definidos no edital:
A avaliação vai considerar originalidade e ineditismo do trabalho, rigor metodológico, relevância acadêmica, potencial de impacto e aplicabilidade para políticas públicas e estratégias do próprio Sebrae. Os valores da premiação são isentos de impostos: o primeiro colocado recebe R$ 15 mil, o segundo, R$ 10 mil, e o terceiro, R$ 5 mil.
Ao criar o prêmio, o Sebrae reforça o reconhecimento da importância da produção acadêmica para ampliar o conhecimento sobre os pequenos negócios e fortalecer o desenvolvimento econômico do país. Para o coordenador de Acesso a Crédito e Investimentos do Sebrae, Giovanni Beviláqua, a premiação aproxima a produção acadêmica da realidade dos pequenos negócios, já que os trabalhos vencedores podem gerar evidências qualificadas sobre temas como crédito, produtividade, inovação, formalização, sobrevivência e competitividade, ajudando o Sebrae, o poder público e o sistema financeiro a desenhar soluções mais eficazes.
"Na prática, quem mais ganha com isso é o empreendedor – especialmente os MEIs, micro e pequenas empresas – porque o conhecimento produzido pode se transformar em políticas públicas, programas de apoio e instrumentos financeiros mais aderentes à realidade de quem empreende", completa Giovanni.
Fonte: Com informações de Agência Sebrae
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